O que é a Mediação?

“Negociar não significa apenas barganhar com a outra parte, mas sim, e antes de tudo, trocar informações, comunicar-se, e afastar a adversidade”.

Cada vez mais presente na resolução de conflitos em negociações e contratos de relações empresariais ou familiares, a Mediação tem sido procurada.

A descrença, morosidade e alto custo frente aos que se socorrem ao poder Judiciário, proporciona que as partes busquem alternativas legais para a resolução de seus conflitos, sendo a Mediação a mais procurada.

O motivo é que a Mediação tem o condão de resolver disputas envolvendo o direito patrimonial disponível das partes de forma rápida, eficiente, econômica , com menos riscos e com grande melhora nos resultados.

A Mediação tem como essência a liberdade dada as partes para chegarem juntas à uma solução com a chamada “cultura do diálogo”, onde busca-se reorientar as partes com técnicas e modalidades especificas para cada caso, sendo esta características de um bom e experiente Mediador que avaliará qual o melhor modelo e técnica para o problema em questão.

Desta forma não poderá haver jamais o espirito ganhador x perdedor para as partes, mas sim que o impasse foi resolvido sem competição, de forma equilibrada e satisfatória, inclusive sem influência do Mediador nas decisões ou circunstâncias.

Em casos também que no decorrer de processos judiciais, as partes se vêm instancadas por decisões que deverão ser tomadas judicialmente, é possível buscar a Mediação e assim após a rápida decisão para acordo, levar a termo a decisão ao Juiz que promoverá a continuidade, desta vez célere do processo.

A Mediação não tem poder decisório, mas sim facilitador para resolução dos conflitos por meio de um Mediador experiente e capacitado para promover, encorajar, motivar com ordem e respeito, que os procedimentos da Mediação ocorram e que resultem em um acordo satisfatório para ambas as partes. Tudo isto segue os preceitos legais da lei 13.140 de 2015 que institucionaliza e disciplina a Mediação Judicial e Extrajudicial.

Ao final, com o termo de acordo firmado e expressamente estabelecido, este temo torna-se título executivo extrajudicial ou judicial conforme o momento a qual se originou o conflito, ou seja, se proveniente de uma decisão de ambas as partes antes de se socorrem ao Judiciário ou se proveniente do Judiciário.

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